Ocorre que na prática, a TI não consegue suportar na velocidade dos usuários, as demandas e constantes alterações solicitadas pelas áreas de negócio. O dinamismo numa área de negócio é tão grande que uma visão de informação hoje pode sofrer modificações conforme sua necessidade e do mercado daqui a uma ou duas semanas.
Alterações nessa velocidade impactam cronogramas e projetos mais pesados de TI, que questiona a real necessidade das alterações e acaba criando um hiato na relação TI x Área Usuária.
Com uma ferramenta de desenvolvimento versátil e dinâmica como Excel, isso é solucionado. O que essas pequenas células devem estar alinhadas com TI é de que todo o serviço que extrapola o universo de trabalho dentro do Excel deve ser desenvolvido numa plataforma mais resistente. Em muitos dos casos uma ferramenta começa a ser prototipada no Excel, tem seu ciclo de vida e posteriormente são absorvidas e migradas para plataformas mais robustas dentro da TI.
Levantamentos apontam que o prazo médio para desenvolver pequenas aplicações em Excel é de uma a duas semanas, na TI com ferramentas mais avançadas e pesadas o prazo salta galopantemente para três a quatro semanas. Quase o dobro do tempo. Sem contar que o custo de desenvolvimento e manutenção é extremamente mais baixo.
Não se está falando aqui em radicalizar e trocar tudo por uma plataforma baixa de desenvolvimento como Excel, tais células (que também é uma TI) hoje são parceiras da área de TI, e estão juntas nessa empreitada de cada vez mais municiar de informação de qualidade, coesa e perene, a área de negócios da empresa.
Então...
Porque não uma informática paralela?
Graduado em Gestão de Tecnologia da Informação pela UGF.
Pós_Graduado em Docência no Ensino Superior pela UCB. Aluno de Tecnologia em Sistemas




