quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Dica varejo Online
O Varejo Online tem despertado o interesse de muitas empresas e empreendedores que ainda estão fora desse mercado ou que querem incrementar suas receitas em operações de venda virtual.
Com os resultados impressionantes dos últimos anos (crescimento em torno de 30%) e a previsão ainda mais otimista para os próximos anos (expectativa de 40% até 2015) a busca por informações sobre o Varejo Online se torna crescente.
O Blog Varejo Online tem o intuito de auxiliar os interessados nesse mercado, com a divulgação de resultados, dicas, novidades e muito mais sobre esse tema. Visite e aproveite!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Centauro inova no relacionamento
Eles acabam de lançar um aplicativo para seus clientes adeptos a treinos de corridas e caminhadas, através do celular. O aplicativo serve como uma espécie de treinador virtual que auxilia o usuário a fazer seus treinos diários. Tudo começa com a instalação do programa,
Se o programa realmente está sendo funcional ou trará retorno sobre o investimento, só o tempo dirá; mas a iniciativa ousada e totalmente enquadrada com a proposta da marca já é um case de sucesso para quem está observando do mercado.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Na contramão do mercado
Slow Cow tem uma embalagem similar aos dos enérgicos tradicionais (lata de 250ml) e contém diversos ingredientes reconhecidos como calmantes naturais: L-Theanine, camomila, valeriana, passiflora, entre outros. A bebida visa aumentar a concentração e prover uma sensação de relaxamento, ao contrário da sensação de euforia das bebidas energéticas. O público-alvo não diverge muito do das bebidas energéticas: jovens esportistas, estudantes e profissionais, que visam ficar “alertas”, mas não querem correr o risco de perder o sono à noite.
Com a logo que contém duas vacas dormindo, Slow Cow claramente faz uma alusão aos touros brigando da bebida energética mais conhecida do mercado: Red Bull. O empresário Lino Fleury chegou a ser notificado formalmente pelo concorrente indireto, sob alegação de que Slow Cow era uma cópia baseada no Red Bull, mas garante que seus advogados estão confiantes que ganharão essa briga.
A bebida atualmente só é comercializada nos mercados do Canadá, mas a empresa já estrutura uma expansão para os EUA, Europa e Ásia. Se sua aceitação for realmente representativa, provavelmente será o próximo sucesso mundial, inaugurando um novo oceano azul longe dos tubarões que atualmente se digladiam no mercado de bebidas energéticas.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Relações Públicas nas empresas
Apesar disso, nessas épocas, as RP estavam longe de se constituir no conceito autônomo que existe atualmente. Isso só aconteceu de fato nos EUA a partir do século XIX. Entre outras ocorrências, a que mais se destaca é a do primeiro consultor formal de relações públicas em 1906, Ivy Ledbetter Lee, que é considerado o precursor das modernas RP. Lee foi contratado por uma empresa mineradora devido a uma greve conflituosa que afetava a imagem da empresa e suas finanças. Ele percebeu que o líder dos mineradores falava constantemente com a imprensa, enquanto o líder dos empresários se recusava a falar até mesmo com o presidente Theodore Roosevelt. Lee então convenceu ao líder dos empresários a promover uma política de informação pública formal e a emitir um comunicado à imprensa onde se propunha a dar as informações que a imprensa desejava.
Atualmente grandes empresas terceirizam essa gestão da comunicação às Assessorias de Imprensa, que possuem diversos profissionais formados em Relações Públicas e Jornalismo; cujas principais funções são: gerir a imagem da empresa, contornar crises e aproximar os meios de comunicação à realidade das empresas, suas notícias e informações de interesse público. O trabalho das assessorias ainda se confunde com o das agências publicitárias, sendo a maior diferença o fato de que a publicidade se utiliza de espaços pagos nos veículos de comunicação para veicular seu material com finalidade comercial, enquanto a Assessoria conquista cobertura editorial nestes mesmos veículos com apelo noticioso e não comercial.
O fato é que terceirizada ou não, a gestão das relações públicas é extremamente necessário no mundo atual para que as empresas consigam manter uma boa imagem no mercado, contornar possíveis crises com seu nome, noticiar novidades de interesse público e conseguir um bom relacionamento com a mídia. Além disso, é uma ótima maneira de se manter em evidência, com custo mais baixo do que geralmente é gasto com anúncios. É também uma ferramenta que ainda tem muito a ser explorada para demonstrar seu real potencial no século XXI.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Destaque para os pequenos varejistas no comércio eletrônico
Plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços cada vez mais acessíveis é um dos fatores que contribui para o crescimento; outro ponto importante é o investimento em publicidade on-line (newsletter, comparadores de preço e buscadores) e também o acompanhamento de mídias sociais (twitter, blog e orkut), mostrando que a empresa está atenta e presente nas novas e principais mídias virtuais.
Essas empresas representam 9,7% do e-commerce brasileiro, uma participação ainda modesta. Dificuldade para obter de capital de investimento, aguardo de médio e longo prazo para oo retorno sobre os investimentos e a falta de conhecimento em relação à marca, são os principais problemas enfrentados pelos pequenos e médios varejistas. Em compensação, esse nicho tem como vantagem a velocidade na tomada de decisão e na resposta sobre ações aplicadas, podendo assim, mensurar e analisar rapidamente os resultados.
Aos empreendedores de plantão, fica o registro para análise desse nicho de mercado com participação ainda tímida frente aos gigantes do e-commerce, mas que apresenta boas perspectivas de crescimento e lucratividade. Aos consumidores, fica a dica sobre novas opções de compras na web, com o surgimento de novos players e aumento do sortimento disponível para compras através de alguns cliques.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
LinkedIn - Uma excelente ferramenta para a sua carreira
Há algum tempo fala-se de uma nova ferramenta na internet que no termo popular, diziam que era o Orkut voltado para a vida profissional. A cada dia escuta-se uma história n
ova de alguém sendo abordado por um headhunter que viu seu perfil no LinkedIn.Para quem não conhece, o LinkedIn é uma rede social online para contatos profissionais. É diferente de outros sites de rede social, como o Myspace e o Facebook porque foi criado especialmente para relacionamentos profissionais - encontrar um emprego, descobrir malas diretas, entrar em contato com possíveis parceiros de negócios
O LinkedIn foi fundado em maio de 2003 por Reid Hoffman, Allen Blue, Jean-Luc Vaillant e Konstantin Guericke formados na Universidade de Stanford e que começaram a planejar sua rede profissional online no final da década de 90.
Com mais de 15 milhões de membros até outubro de 2007, o LinkedIn é uma das redes sociais online que mais cresce no mundo. O movimento cresceu 323% de julho de 2006 a julho de 2007, tornando o site o principal lugar online de destino dos relacionamentos profissionais.
Como funciona:
Perfil
Para começar, é necessário um registro e criação de uma página com o perfil. O perfil do LinkedIn assemelha-se a um currículo profissional, onde o site usará todo o histórico acadêmico e profissional posteriormente para ajudar a encontrar amigos e ex-colegas de classe
Como encontrar pessoas
Depois de preenchido o perfil do LinkedIn, o segundo passo é procurar outros membros do site para se relacionar. Com as informações profissionais cadastradas no perfil, o LinkedIn mostrará todos os colegas do passado e do presente que participam do site (Faculdade, Colégio, Pós Graduação), assim como contatos de seu e-mail selecionado (listas do Outlook, Gmail, AOL e outros).
Como o LinkedIn se dintingue dos outros
O LinkedIn é diferente dos outros porque foi criado exclusivamente para relacionamentos profissionais. Como já foi dito, a página de perfil do LinkedIn é essencialmente um currículo online. Não está aberto a publicação de fotos (a não ser a foto do perfil); não consegue hospedar um blog; adicionar vídeos favoritos do YouTube; personalizar as cores/layout do perfil ou muito menos procurar "mulheres solteiras, com idade entre 25-30".
O design claro e "enxuto" de uma página de perfil do LinkedIn faz parte de um esforço consciente de dar um acabamento profissional aos sites de rede social.
Resultados do LinkedIn:
Se o LinkedIn funciona ou não depende da finalidade a qual está sendo utilizado. É mais útil quando existe uma tarefa específica a concluir, como procura de emprego; dicas de pessoas relacionadas a uma área específica ou fazendo o papel de “caça talentos”.
No nível mais básico, o LinkedIn funciona muito bem para contatar colegas antigos e colegas de classe. Como o LinkedIn chegou à marca crítica de 15 milhões de membros, existe uma boa chance de encontrar pessoas com quem já trabalhou ou estudou.
Além da satisfação de ver o que velhos amigos (ou inimigos) estão fazendo, o LinkedIn oferece a seus usuários uma forma de colocar sua rede de conexões, antes invisível, em ação. O LinkedIn quer incentivar seus usuários a irem além da diversão e entrarem no mundo dos negócios. Se os usuários respondem ou não a esse desafio é o que ditará a utilidade do site para eles.
O que está claro é que o LinkedIn definitivamente trabalha para os recrutadores. Conseguir um emprego sempre foi mais fácil com um conhecido do que com uma pessoa completamente estranha; e uma ferramenta de rede profissional como essa tem o poder de expandir o universo de conhecidos. Um usuário do LinkedIn com 41 conexões pode ter mais de 200 mil membros em sua rede - ou seja, pessoas que estão a cerca de três níveis do seu.
Quando se trata de procurar um emprego, o site permite a busca por vagas dentro da própria rede; em vez de telefonar para o escritório e pedir para falar com o gerente de contratação, cabe a possibilidade de ser apresentado por um amigo em comum.
Resumindo, sem dúvida o LinkedIn pode ser a ferramenta ideal para estabelecimento de bons contatos e gerar visibilidade no mercado. Será que já não está mais do que na hora do Liked In conhecer você?
terça-feira, 9 de junho de 2009
Informática paralela. Porque não?
Ocorre que na prática, a TI não consegue suportar na velocidade dos usuários, as demandas e constantes alterações solicitadas pelas áreas de negócio. O dinamismo numa área de negócio é tão grande que uma visão de informação hoje pode sofrer modificações conforme sua necessidade e do mercado daqui a uma ou duas semanas.
Alterações nessa velocidade impactam cronogramas e projetos mais pesados de TI, que questiona a real necessidade das alterações e acaba criando um hiato na relação TI x Área Usuária.
Com uma ferramenta de desenvolvimento versátil e dinâmica como Excel, isso é solucionado. O que essas pequenas células devem estar alinhadas com TI é de que todo o serviço que extrapola o universo de trabalho dentro do Excel deve ser desenvolvido numa plataforma mais resistente. Em muitos dos casos uma ferramenta começa a ser prototipada no Excel, tem seu ciclo de vida e posteriormente são absorvidas e migradas para plataformas mais robustas dentro da TI.
Levantamentos apontam que o prazo médio para desenvolver pequenas aplicações em Excel é de uma a duas semanas, na TI com ferramentas mais avançadas e pesadas o prazo salta galopantemente para três a quatro semanas. Quase o dobro do tempo. Sem contar que o custo de desenvolvimento e manutenção é extremamente mais baixo.
Não se está falando aqui em radicalizar e trocar tudo por uma plataforma baixa de desenvolvimento como Excel, tais células (que também é uma TI) hoje são parceiras da área de TI, e estão juntas nessa empreitada de cada vez mais municiar de informação de qualidade, coesa e perene, a área de negócios da empresa.
Então...
Porque não uma informática paralela?
Graduado em Gestão de Tecnologia da Informação pela UGF.
Pós_Graduado em Docência no Ensino Superior pela UCB. Aluno de Tecnologia em Sistemas
domingo, 31 de maio de 2009
O Skype, iPhone e a Revolução na Telefonia

O Skype para iPhone permite fazer ligações telefônicas usando a internet, mandar mensagens instantâneas ou compartilhar fotos de graça com tarifas muito menores para ligações feitas por um celular normal. E possibilita também que um reprodutor de MP3 como o iPod Touch vire um telefone, desde que se utilize os fones de ouvido e um microfone.
A tendência é que, em um futuro não muito distante, o modelo de negócio baseado em cobrar dos usuários pela duração das ligações tenda a desaparecer, pois os usuários poderão telefonar de graça, ou com tarifas reduzidas, a partir de seus celulares usando serviços como o Skype ou concorrentes de VoIP.
As empresas de telefonia se resguardam com o fato de exigirem que esse serviço seja restrito somente a conexão wi-fi de internet. Porém esse avanço natural da tecnologia vai ser contido até quando?
O fato é que as grandes companhias terão que mudar seu foco principal hoje que é vender planos de telefonia, e direcionar todos os seus esforços na venda de planos de conexão de internet.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Six Sigma - A Arte Marcial Corporativa
Por Ricardo Lemos
Por que erramos? Foi com este conceito em mente que os engenheiros da Motorola, em 1986, criaram uma metodologia estatística, para reduzir a praticamente 0 o número de defeitos em seus produtos, que ficou mundialmente conhecida como Six Sigma. A ferramenta pode ser aplicada a praticamente qualquer empresa, de qualquer porte e em todos os setores de atuação.
Para a implementação da metodologia de forma eficiente e bem sucedida é necessário seguir rigorosamente as seis etapas conhecidas como DMAIC: Define (Definir), Measure (Medir), Analyse (Analisar), Improve (Melhorar) e Control (Controlar).
A CIA que utiliza o Six Sigma necessita que toda a empresa se empenhe para que cada uma das etapas se concretize. Para isso conta com a ajuda de vários “guerreiros” em uma verdadeira batalha contra as adversidades do método. Eles são classificados de acordo com seu nível técnico na metodologia e sua posição dentro do ambiente corporativo. Estes “guerreiros” identificam-se na estrutura de acordo com uma nomenclatura muito utilizada nas artes marciais, assim tem-se:
Champions (Campeões) – Os patrocinadores.
Master Black Belt (Mestre Faixa-Preta) – Os facilitadores.
Black Belt (Faixa-Preta) – Os executores.
Green Belt (Faixa-Verde) – Os líderes de projetos.
Yellow Belt (Faixa-Amarela) - Os membros da equipe.
No exterior a GE implantou a ferramenta em 1997 gerando uma economia de U$750 milhões no primeiro ano, em 1999 chegou a U$1,5 bilhão e a margem operacional elevou-se de 14,8% para 18,9% em 4 anos.
No Brasil temos a Líder Taxi Aéreo que investiu R$100 mil em treinamento com 6 black belts e espera um retorno de U$ 3,4 milhões em um ano e o Grupo Votorantin que aplicou a ferramenta em seus fornos e reduziu o consumo de kcal economizando R$ 490 mil ao ano. Alem destas empresas temos outras como a Ambev, Brasmotor e Belgo-mineira que já aderiram ao Six Sigma.
A proporção de empresas brasileiras em relação às estrangeiras que aderiram ao programa é muito menor, cerca de 25% das 200 maiores empresas americanas, por exemplo, já praticam o Six Sigma.
A dificuldade, desinformação e resistência à mudanças dos altos executivos brasileiros impedem que a ferramenta se difunda em solo tupiniquim, o que é muito ruim pois uma das principais estratégias competitivas hoje no mundo empresarial é saber fazer uma gestão da qualidade eficiente. Ela é diretamente proporcional à melhoria dos resultados, produtividade e aumento dos lucros com a redução do desperdício e das perdas em todos os setores corporativos.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
A Figura do Consumidor no mercado Atual

É crescente a preocupação do consumidor, principalmente com as oscilações econômicas atuais.
O consumidor deixou de ser apenas o personagem passivo da relação comercial, ou seja, hoje sua figura não é finalizada com a compra. Ao contrário, com o início da compra ou até mesmo antes da realização da mesma, existe um universo paralelo que o interligará ao fornecedor por algum tempo.
Desde 1990 quando publicado o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) a idéia era de que este adentrasse ao mercado como uma norma não só repressiva, sobretudo, um caráter PREVENTIVO.
Hoje, podemos afirmar categoricamente, que o CDC (abreviação do Código de Defesa do Consumidor) influenciou a vida de todos os cidadãos brasileiros, tornando-se o único diploma legal que possa ser adquirido nas mais simples banca de revista.
Não obstante, algumas empresas e órgãos se destacaram pelo serviço que passou a ofertar àqueles que manifestam interesse contínuo para todos os atos comerciais a que estão ou estarão sujeitos enquanto consumidores.
Um destaque a ser feito nessa oportunidade, é a empresa Pro Teste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, que atualmente atende a mais de 200 mil associados, constituindo-se na maior associação de consumidores de toda a América Latina (http://www.proteste.org.br/).
A Pro Teste é uma entidade civil sem fins lucrativos, apartidária, independente de governos ou empresas, e tem como objetivo A DEFESA DO CONSUMIDOR NO BRASIL.
Sua forma de atuação visa fortalecer o consumidor diante de uma possível compra, possibilitando-o conhecer melhor seus direitos através dos testes comparativos e inúmeros artigos publicados. Não obstante, orienta o associado sobre os direitos do consumidor em seu serviço de orientação; intermedeia, se preciso, as pendências que o associado tem com fornecedores que se recusam a atendê-lo; e encaminha à empresas e governos as reivindicações e propostas pertinentes.
Para quem se interesse pelo serviço dê uma conferida no site deles que vale a pena.
domingo, 24 de maio de 2009
Nordeste, um Mercado no mínimo diferente

É surpreendente a diferença no consumo em cada região; semana passada saiu uma matéria na Exame falando sobre ASA, uma empresa no estilo HYPERMARCAS que tem apenas 13 anos e que aos poucos foi criando um universo de marcas e produtos, geralmente com um preço 15% inferior ao praticado pela concorrência. A ASA nos últimos 7 anos conseguiu multiplicar o seu faturamento por 5, antes de R$100Milhões e hoje com R$500milhões; sendo detentora de dez marcas, que juntas fabricam mais de 250 produtos, como molho de tomate, detergentes, misturas para bolos e fraldas descartáveis.
O que particularmente é mais surpreendente na estratégia da empresa é que eles focaram muito no trabalho de Trade Market juntamente ao pequeno varejista (as mercearias), que nos Sertões Nordestinos são os “grandes varejos” das pequenas cidades. No Sul e no Sudeste o pequeno varejo corresponde por 15% do mercado; entretanto, no Nordeste essa parcela chega a 30%. As grandes indústrias focam muito nas redes e esquecem desse “pequeno”, no entanto, importante canal de vendas do mercado.
Focando nos pequenos varejos a ASA conseguiu por exemplo roubar 10% de share da Unilever e por isso a própria Exame colocou o título da matérida de “A Unilever sertaneja”.
A cabeça do consumidor nordestino no geral é preço. Muitas grandes marcas já tentaram criar produtos com embalagens menores para que os preços pudessem ser competitivos, no entanto, essas ações não tiveram sucesso. As grandes indústrias vêm tentando realizar um trabalho de conscientização pela qualidade do produto nessas regiões, mas é bem improvável que desperte expressivo resultado nesse trabalho.
Realmente existe pouco foco em regiões como Nordeste e Norte; sem dúvida existem muitos obstáculos tributários e logísticos para que uma empresa que tem uma indústria no Sul/Sudeste obtenha uma boa operação nessas regiões, mas justamente por muitas dificuldades existentes, muitos deixam de investir nesses locais e os que investem e acreditam no potencial de mercado acabam adquirindo fatias expressivas, e sem dúvida aos poucos vão construindo marcas fortes.
Fica o ensinamento de que é necessário olhar para onde a maioria não olha, não age e não arrisca; só assim em médio prazo o sucesso dessas ações chegará.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Lojas Arapuã tentam novamente
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Nasce uma gigante – BRF Brasil Foods
Com faturamento anual estimado em 22 bilhões a BRF – Brasil Foods (com “S”) surge como a segunda maior indústria do ramo alimentício do Brasil com 119 mil funcionários, 42 fábricas e R$ 10 bilhões em exportações anuais.
A sede continua em Santa Catarina, porém, não será em Concórdia, onde surgiu a Sadia e nem em Videira, onde surgiu a Perdigão. A decisão dos executivos da BRF foi sediar a nova empresa na cidade de Itajaí.De acordo com os executivos da Cia, a fusão ajudará a cortar custos que irão viabilizar a melhoria nos preços para o consumidor final. O objetivo é conquistar uma quantidade maior da população brasileira, principalmente em estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde a atuação das empresas não é forte e há um grande potencial a ser explorado.
Por serem de um mesmo setor, o processo de fusão é bom para ambas empresas (Sadia adquire fôlego para suas dívidas e Perdigão eleva o potencial de exportação), este fator assegura a sinergia necessária para garantir a produção, reduz a competição excessiva, acelera a entrada dos produtos em mercados pouco explorados, além de garantir o compartilhamento de tecnologias e conhecimentos estratégicos.
Quanto ao mercado nacional, a BRF não se preocupa com concorrência, pois possui uma estrutura logística com capacidade de atender todo o Brasil e assume como líder em seus segmentos de mercado (com marcas e sub-marcas).
A nível internacional, quase metade de seu faturamento é decorrente de exportações; a integração do know-how adquirido individualmente nos últimos anos pela Sadia e Perdigão fará melhorar a qualidade do serviço, aumentar o número de exportações e consequentemente sua linha final do DRE.
Não seria espantoso ouvir que o foco principal da nova empresa será o mercado externo. Os altos lucros obtidos com a venda de seus produtos em moeda estrangeira garantirão o pagamento das dívidas e conseqüente saída da crise financeira herdada da Sadia e Perdigão. Em contrapartida, não será uma surpresa verificar que a qualidade dos produtos vendidos no mercado interno perca qualidade, pois para sustentar o mercado externo as empresas tupiniquins tendem a selecionar as melhores peças e produtos para exportação.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Mesbla anuncia recomeço
Ao invés das lojas tradicionais, Mansur está apostando no mercado virtual; o site já está no ar e os produtos estão em fase de cadastro e alguns já com venda (www.mesbla.com.br). Na entrevista, Ricardo Mansur deixou em aberto os próximos passos que a empresa irá rumar; fala-se em duas possibilidades, a primeira de se tornar mais um player vigoroso do e-commerce com suas próprias pernas (seu sonho no momento) e outro de vender o direito de uso da marca a terceiros.
Qualquer uma das duas opções é realmente inacreditável para quem teve um final tão controverso como o da Mesbla; mas a estratégia de colocar o site no ar antes mesmo de estar operando e fazer um extremo alarde com matéria exclusiva numa revista tão conceituada, está fazendo crer com que a segunda opção seja mais provável.Será um ganho para os consumidores ter mais uma opção de tamanho porte a disposição; porém, uma pedra no sapato para seus concorrentes, pois a marca tem um nome muito forte e ainda está viva na cabeça dos consumidores.
___________Leia a reportagem na íntegra:___________
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/591/artigo124485-1.htm
domingo, 17 de maio de 2009
Novo Perfil Executivo
Um artigo publicado dia 13/05 na Gazeta Mercantil SP (Caderno D - Pág. 7) diz que as empresas também estão percebendo a importância desse equilíbrio pessoal para o funcionário. É necessário ao profissional se relacionar, compartilhar emoções e experiências e sentir-se inserido numa sociedade, para assim evoluir como ser humano e sentir-se motivado a tomar decisões com maior tranqüilidade e sabedoria.
O executivo que possui sua vida em pleno equilíbrio de atividades se relaciona muito bem com as pessoas, entende mais o próximo e está disposto a aprender mais por simples interesse sem necessidade externa ou pressão, além disso, é capaz de perceber soluções para sua rotina mais facilmente, contribuindo para a evolução de toda a empresa.
Quando falamos hoje sobre ambiente de trabalho atrelado à qualidade de vida, pensamos em empresas grandes e super modernas como o Google, mas isso vem se tornando uma realidade nos últimos anos. Um sinal dessa evolução é que hoje profissionais prestigiados buscam cada vez mais empresas com maiores áreas para reuniões, que estimulem discussões corporativas e proporcionem trocas de experiências profissionais e até mesmo pessoais. O mercado já percebeu isso e vem se modernizando para oferecer mais qualidade de vida a fim de atrair novos talentos.
Esse novo perfil de executivo é fruto da necessidade que o “profissional do futuro” tem hoje de conciliar sua vida pessoal com a profissional e de possuir cada vez mais carisma e criatividade para ser bem sucedido. As empresas mais modernas já entenderam a importância de proporcionar melhor qualidade de vida para seus funcionários, a fim de torná-los capazes de pensar com mais clareza e que de não encarar a rotina negativamente, mas sim como um reaprendizado diário, uma oportunidade de rever conceitos e quebrar paradigmas.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Etiquetas Inteligentes

A falha humana que pode ocorrer ao substituir cada uma das etiquetas nas gôndolas pode ser muito prejudicial à estratégia da loja. O risco de o consumidor visualizar o produto e não identificar o preço corretamente é muito alto nestes casos o que significa perda de venda, insatisfação do consumidor e prejuízo para a marca.
Observando este cenário, algumas empresas de tecnologia resolveram investir neste setor. No exterior, principalmente Estados Unidos e Alemanha, já encontramos alguns retailers com as chamadas etiquetas eletrônicas. Estas etiquetas possuem diversos tamanhos e um pequeno visor LCD que permite ao consumidor visualizar o preço de venda do produto na gôndola. A tecnologia é totalmente integrada ao banco de dados da empresa e permite alterar o preço a qualquer hora para todas as lojas ao mesmo tempo. A única preocupação do varejista será de modular e planogramar corretamente suas gôndolas para que não tenha risco de precificar um produto errado.
No Brasil existem dois exemplos de empresas que já utilizam esta tecnologia. O Grupo Pão de Açúcar criou uma loja modelo em sua filial do shopping Iguatemi em São Paulo e a Cooperativa de Consumo (Coop), uma pequena rede de supermercados de São Paulo, investiu R$550 mil para compra das etiquetas da Unisys.
Com a tendência atual de aumento do sortimento como forma de obter vantagem competitiva em relação aos concorrentes, será necessário cada vez mais investimento em novas tecnologias de precificação. O varejo brasileiro já visualiza esta necessidade e, terão vitórias aqueles que se anteciparem aos demais players do mercado.
É provável que em poucos anos este tipo de tecnologia seja tão comum quanto os leitores de código de barras que surgiu no meio da década de 80, mas consolidou-se na década de 90.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Topper, uma nova Havaianas?
A São Paulo Alpargatas,reconhecida pela transformação do posicionamento e internacionalização da marca Havaianas, e detentora das renomadas Timberland, Mizuno, Rainha, Dupé, Topper e outras; em Janeiro desse ano comprou a Alpargatas Argentina, viabilizando as operações conjuntas entre as duas facetas da marca. No Brasil o foco sempre foi o futebol masculino (responsável por 20% de Market Share) e na Argentina a linha era mais estendida, atuando em diversos esportes e linha feminina (32% de Market Share – líder).Os investimentos são pesados e proporcionais à ousadia que a Cia está tendo de tentar brigar no futuro próximo com players como Nike e Adidas. Com certeza será muito difícil sobressair em um mercado como esse, onde a áurea do intangível da marca está tão presente quanto a tangibilidade dos benefícios do produto. Não duvidando da expertise da Alpargatas para tal, mas o desafio de tornar a Topper uma nova Havaianas para o segmento esportivo é extremamente difícil.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Inovação e Criatividade
Pensando nisso que um estúdio baseado em Yorkshire (Inglaterra) criou o novo serviço chamado We Shoot Bottles (http://www.weshootbottles.com/). A idéia é produzir fotografias de alta definição e qualidade de qualquer coisa, de bebidas alcoólicas à alvejantes de roupas, desde que seja produzido em uma garrafa.
domingo, 10 de maio de 2009
O Twitter Estratégico
Postado por: Ricardo Lemos
Criado em 2006 pela Obvious Corp, uma empresa americana de São Francisco, o Twitter é um fenômeno em todo o mundo.
O Twitter é uma rede social, como Orkut e Facebook, que possui como conceito transmitir informação de forma rápida para todos aqueles que assinarem o perfil. Para isso o usuário posta o que desejar em até 140 caracteres.
Com a popularização no Brasil, não tardará vermos em sua página inicial recados como:
“Estou indo tomar um chopp na Lapa, quem está afim? Qualquer coisa apareçam!”
“O trânsito na Presidente Vargas está intenso... Evitem esse caminho!”
Agora vamos mais a fundo e questionar: E se utilizarmos esta ferramenta como uma estratégia para ganhar consumidores?
Os varejistas hoje estão em uma disputa acirrada para conquistar novos clientes e manter os que já possuem. Com o acesso às opções de compra pela Internet, pelo telefone e por outros canais mais cômodos, o consumidor tem sido procurado como diamantes em meio a tantos concorrentes no mercado.
Uma estratégia para atrair consumidores é a propaganda. A propaganda, como o próprio nome diz possui a função de propagar idéias, mostrar seu sortimento, vender seu produto. Mas enganam-se aqueles que pensam que propaganda é somente isso, vender produtos, a maior vantagem da propaganda é manter o nome e a marca na mente do consumidor, a ponto de que quando ele for comprar algo, ele decida por aquela empresa que está na mente dele.
Como o Twitter é uma ferramenta com o objetivo de propagar informações de forma rápida, seria uma opção de baixo custo para qualquer empresa disponibilizar este serviço para seus clientes.
A empresa seleciona quais produtos participam e junto com informações de briefing e preço disponibiliza um link apontando para seu site.
Pode inclusive ir mais além, como divulgar promoções, eventos e ofertas relâmpagos em determinadas lojas com o objetivo de aumentar a circulação dos clientes em seu interior, assim, o cliente “antenado” no Twitter estaria sempre em contato com a empresa.
Algumas empresas de e-comerce como o Compra fácil, Submarino, Dell e Tecnisa já adotaram este formato.
A Tecnisa no seu primeiro dia de divulgaçao pela rede social obteve mais cadastros que um anuncio on line no formato display. Já a Dell vendeu cerca de 1 milhão de dólares em todo o mundo utilizando a ferramenta e, de acordo com sua CEO para a América Latina, o volume de vendas da filial brasileira segue de acordo com as expectativas.
sábado, 9 de maio de 2009
Youtube gera prejuízo ao Google
“O YouTube, comprado pelo gigante Google por 1,65 bilhões, gera hoje um prejuízo diário por volta de 1,6 milhão de dólares, segundo o site Slashdot. Cada usuário que visita o domínio custa entre US$ 1 e US$ 2. E suas principais fontes de gastos estão relacionadas a aquisição de conteúdo, tráfego de dados e armazenamento.O portal de vídeos de maior sucesso hoje na internet sofre com a contradição de não ter conseguido desenvolver um modelo de negócios que seja rentável, mesmo sendo um sucesso de audiência. A pergunta que fica é: se o Google, que exerce um monopólio no mercado publicitário na internet, não é capaz de gerar benefícios com a publicidade do seu próprio portal de vídeos, quem poderá fazer?”
Fonte: Geek
A inovação sempre foi uma característica marcante no Google, onde são oferecidos os mais diversos tipos de serviços (sendo boa parte deles gratuitos). Além da venda de publicidade, o Google espera firmar acordos com empresas como Disney, Warner, para poder exibir seus conteúdos. Com isso procura-se atrair mais audiência para o canal, e conseqüentemente mais anunciantes.
Sempre a frente de seu tempo, a empresa, que desenvolveu modelos de serviços que ditam hoje tendências dentro da internet, inadvertidamente depara-se com o fato de que simplesmente comprar algo que já é inovador parece não ser o suficiente para o sucesso do negócio.



